O que é fluxo de caixa operacional?

Mulher realizando o Fluxo de caixa da empresa

O Fluxo de Caixa Operacional é uma variação do Fluxo de Caixa e é uma das principais ferramentas utilizadas para medir o desempenho financeiro de uma empresa. É responsável por apresentar a variação do capital de giro e a saúde financeira dos negócios. Neste post vamos ajudá-lo a entender mais sobre ele e porque é importante monitorá-lo.

O Fluxo de Caixa de uma empresa são as entradas e saídas de dinheiro que a mesma tem em caixa, ou seja, todas as operações financeiras de recebimento e de pagamento que são realizados em seu negócio, incluindo aquisições do imobilizado, investimentos, entre outras.

Manter o Fluxo de Caixa sempre atualizado traz muitas vantagens para a empresa, como por exemplo:

  • prevenção, planejamento e controle das entradas e saídas de um período;

  • poder avaliar se a empresa está tendo lucro ou prejuízo;

  • antecipar decisões quanto a falta ou sobra de dinheiro, entre outras.

Mas para que isso seja eficiente, é necessário que tudo esteja registrado detalhadamente, com todas as despesas e receitas, mesmo quando os valores forem irrisórios.

  • A partir desses dados é possível ter uma visão financeira da empresa, evidenciando se está havendo mais despesas do que receitas ou vise e versa. Vejamos um exemplo para entender a importância dessa ferramenta:

  • Uma empresa de calçados fez uma liquidação em toda a loja, com promoção de até 50%;

  • No final da liquidação a empresa havia vendido R$ 89.000,00;

  • Ao contabilizar todas as despesas e receitas que ocorreram no período, constatou-se que a empresa teve um custo de R$ 87.000,00;

Dessa forma, o que parecia ser um Lucro importante, acabou quase se tornando Prejuízo, pois não foi feito um fluxo de caixa antes para analisar se valeria a pena e se a empresa teria condições de fazer uma liquidação.

O que é o Fluxo de Caixa Operacional?

O Fluxo de Caixa Operacional também são as entradas e saídas financeiras da empresa, porém leva em conta somente as movimentações relativas as operações da empresa. Ou seja, as movimentações de produção, venda e administração, incluindo gastos com folhas de pagamento, energia elétrica e transporte.

Essa ferramenta é fundamental para o planejamento de uma empresa, pois através dela é possível entender o mínimo de caixa que a empresa precisa ter para efetuar a entrega de determinado produto, sem ficar com o caixa negativo, permitindo a realização de projeções de longo prazo.

Como calcular o Fluxo de Caixa Operacional?

Primeiramente, é necessário calcular o lucro total obtido pela empresa em um determinado período sem considerar as tributações. Não se esqueça de considerar a desvalorização e todos os tributos a serem recolhidos, como o Imposto de Renda.

Utilize então a seguinte fórmula:

(Lucro antes de juros e impostos (LAJIR) + Desvalorização) – Impostos LAJIR = Lucro operacional.

Para facilitar na hora de fazer o cálculo e não cometer erros, é necessário ter um software de gestão eficiente.

A GranMoney te oferece não apenas mais agilidade e facilidade na hora de fazer os cálculos da gestão do seu negócio, como também fornece dados precisos de todas as movimentações financeiras realizadas na sua empresa. Tudo isso automatizado, facilitando o registro e captação de todos os dados necessários ao seu negócio.

O que é Nota Fiscal de Devolução?

Mulher emitindo nota fiscal de devolucao eletronica

A nota fiscal de devolução tem o objetivo de anular uma nota de compra ou venda emitida, ou seja, quando a empresa quer devolver um produto ao fornecedor ou o cliente quer devolver um produto que comprou é preciso emitir uma nota de devolução para tirar esse produto do estoque ou anular o valor que seria cobrado de imposto pela nota de venda.

A responsabilidade pela emissão da nota de devolução é sempre da empresa que comprou o produto, ou seja, do destinatário da nota de entrada. Porém, caso o comprador seja pessoa física, a responsabilidade pela emissão fica a cargo do emitente.

Quando emitir nota de devolução?

Deve ser emitido nota fiscal de devolução quando o cliente desejar devolver o produto ou quando uma nota fiscal não foi cancelada no prazo legal de até 24 horas, neste caso é emitido uma nota de devolução para anulá-la.

Como emitir uma nota de devolução?

Para emitir uma nota de devolução é necessário:

  • Utilizar um CFOP de devolução, de acordo com cada caso;

  • Alterar a finalidade da nota para Devolução de Mercadoria;

  • Referenciar a nota fiscal que está devolvendo;

  • Emitir a nota com todas as informações (valores, tributos, etc), iguais a nota de entrada.

CFOP utilizados

Abaixo segue tabela com os CFOP mais utilizados pelas empresas.

CFOP de entrada

Utilizado quando o destinatário está impossibilitado de emitir nota de devolução. Neste caso, quem emite a nota é o fornecedor.

1.000: Utilizado quando a compra/venda for efetuada dentro do Estado do fornecedor

2.000: Utilizado quando a compra/venda for efetuada fora do Estado do fornecedor

3.000: Utilizado quando a compra/venda for efetuada no exterior

CFOP (entrada)
APLICAÇÃO
1.201 | 2.201 | 3.201
Devolução de produção do estabelecimento
1.202 | 2.202 | 3.202
Devolução de mercadorias de terceiros
1.660 | 1.661 | 1.662 | 2.660 | 2.661 | 2.662 | 3.660 | 3.661 | 3.662
Devolução referente à combustíveis
1.918 | 1.919 | 2.918 | 2.919
Devolução referente à consignação

CFOP de saída

5.000: Utilizado quando a compra/venda for efetuada dentro do Estado do fornecedor

6.000: Utilizado quando a compra/venda for efetuada fora do Estado do fornecedor

7.000: Utilizado quando a compra/venda for efetuada no exterior

Para verificar todas os CFOP com suas descrições completas acesse o site com os códigos fiscais. Caso ainda tenha dúvidas referente a qual usar, procure um contador para auxiliá-lo.

CFOP (entrada)
APLICAÇÃO
5.200 | 6.200 | 7.200
Devolução de compras de industrialização, comercialização ou anulação
5.201 | 5.208 | 6.201 | 6.208 | 7.201
Devolução de industrialização ou produção rural
5.202 | 6.202 | 7.202
Devolução de mercadoria para comercialização
5.410 | 5.411 | 5.412 | 5.413 | 6.410 | 6.411 | 6.412 | 6.413
Devolução com mercadoria sujeita a substituição tributária
5.210 | 6.210 | 7.210
Devolução de mercadoria para utilização na prestação de serviços
5.660 | 5.661 | 5.662 | 6.660 | 6.661 | 6.662
Devolução referente à combustíveis
5.918 | 5.919 | 6.918 | 6.919
Devolução referente à consignação

Como emitir uma Nota Fiscal de Devolução pelo Sistema GranMoney

Para que não haja dúvidas na hora de emitir uma nota de devolução pelo sistema da GranMoney, preparamos um passo-a-passo para auxiliá-lo:

No menu incial, acessar opção Vendas > Notas Fiscais.
Imagem ilustrando a Etapa 1 do processo de emissao de nota de devolucao eletronica

É possível realizar dois tipos de notas de devolução

Opções de emissão de nota fiscal de devolução

Devolução de venda: devolve produtos de uma nota fiscal de venda. Nesta modalidade, ocorre a devolução de seu estabelecimento para um de seus clientes. Nesta caso, deve-se selecionar a opção Mais notas > Nota de devolução de compra.

Devolução de compra: devolve produtos de uma nota fiscal de compra. Nesta modalidade, são devolvidos produtos comprados de um de seus fornecedores. Nesta caso, deve-se selecionar a opção Mais notas > Nota de devolução de compra.

Preencher os dados iniciais da nota.

Informar os dados gerais dessa NF, como número, série, o tipo e finalidade da nota fiscal (Devolução de compra), operação de saída caso seja devolução de mercadorias para o fornecedor ou entrada quando for devolução de cliente, com operação não presencial, entre outros, conforme exemplo abaixo.

preenchimento dos dados da nota fiscal de devolução
Referenciar a nota de entrada

Preencher a Nota fiscal referenciada, ou seja, a chave de acesso da nota original de compra emitida por seu fornecedor, na qual vão constar os produtos a serem devolvidos.

Preenchimento dos dados na nota referenciada na etapa 3 do processo de emissão de nota fiscal de devolução no sistema GranMoney
Informar os produtos e quantidades a serem devolvidos.

É importante informar corretamente os detalhes do produto, como NCM (deve ser o original da NF de compra), também informar um CFOP de devolução como o 5202, conforme exemplo. Vale lembrar que a NF pode ser devolvida parcialmente ou integralmente.

preenchimento dos dados adicionais na etapa 4 do processo de emissão de nota fiscal de devolução no sistema GranMoney
Preencher o valor do ICMS informado na nota de entrada

Na aba ICMS do produto, para destacar este imposto, caso seja um produto comprado de um fornecedor do regime normal (lucro presumido ou real), informar a ST 900 (Outros) e o Valor da Operação, que no caso seria a Base de cálculo do produto (valor total daquele item) e a alíquota do ICMS informada por seu fornecedor.

Preenchimento do valor do ICMS na etapa 5 do processo de emissão de nota fiscal de devolução no sistema GranMoney
Preencher o valor total da nota fiscal

Para outros valores da NF, como o valor total do IPI ou ICMS ST devem ser informados na seção de Totais da nota fiscal, no campo Outras despesas acessórias.

Preenchimento dos demais impostos e valor total da nota fiscal no processo de emissão de nota fiscal de devolução no sistema GranMoney
Por fim, deve-se preencher a modalidade do frete da NF
Preenchimento dos dados referentes ao frete no processo de emissão de nota fiscal de devolução no sistema GranMoney

Lembre-se de conferir novamente todos os detalhes desta emissão para não precisar cancelar e refazer todo o processo. Caso tenha alguma dúvida em relação aos tributos da nota, entre em contato com seu contador para auxiliá-lo nesta questão.

O que é o Simples Nacional?

Homem calculando o simples nacional

Visando descomplicar a vida de muitas micro e pequenas empresas, foi instituído em 2007 o regime tributário Simples Nacional, pela Lei Complementar 123/2006. Nele é permitido o recolhimento dos tributos federais, estaduais e municipais em uma única guia.

A empresa que quiser participar desse regime terá que ter uma receita bruta anual de até R$ 4,8 milhões e não participar de sociedades em outras empresas.

Quem pode ou não optar?

Como já exposto anteriormente, se enquadram no Simples Nacional empresas com Receita Bruta Anual de até R$ 4,8 milhões. Não podendo optar as empresas onde:

  • Os sócios participam de outras empresas;

  • O sócio mora no exterior;

  • A empresa participa de outra sociedade;

  • A empresa será uma Sociedade de Ações (S/A);

  • A empresa terá sociedade no exterior;

  • A empresa será uma cooperativa;

Além disso, existem algumas atividades que não podem aderir ao regime, neste caso, o ideal seria conversar com um contador para tirar suas dúvidas quanto a isso. Existem também sites como o Contábeis que mostram em qual Regime Tributário se enquadra a empresa de acordo com o CNAE de atividade.

Vantagens e desvantagens do simples nacional

Se você ainda está em dúvida se deve ou não aderir esse regime à sua empresa, aqui estão algumas vantagens de quem escolher o Simples Nacional:

  • O pagamento se torna muito mais simples, pois o imposto vem em uma só guia;

  • Dependendo da empresa, a carga tributária pode ser reduzida em até 40%;

  • Redução da burocracia;

  • Redução na Folha de Pagamento, pois com o Simples Nacional não será cobrado o INSS Patronal;

No entanto, dependendo da empresa, o Simples Nacional pode não ser vantajoso, algumas das suas desvantagens são:

  • Como na nota não será detalhado os impostos de ICMS e IPI, alguns clientes não poderão reaproveitar o crédito desses impostos;

  • As empresas enquadradas como Empresas de Pequeno Porte (EPP), possuem um limite de exportação de até R$ 3,6 milhões em mercadorias e serviços. Portanto, dependendo do tamanho da empresa talvez o regime não seja tão viável.

Dessa forma, recomenda-se conversar com um contador para analisar qual é a melhor opção no caso da sua empresa.

Como optar pelo Simples Nacional?

Recomenda-se buscar o auxílio de um contador devidamente qualificado para decidir se vale ou não a pena optar pelo Regime do Simples Nacional, pois este já está familiarizado com a burocracia envolvida.

A opção pode ser feita no momento da abertura da empresa, ou caso sua empresa já esteja enquadrada em outro Regime Tributário, pode-se fazer a opção no primeiro mês de cada ano.

O que é a DAS?

Documento de Arrecadação do Simples Nacional (DAS) é a guia unificada para pagamento dos impostos do Simples Nacional. Nela estão incluídos:

  • Imposto sobre a Renda da Pessoa Jurídica (IRPJ)

  • Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI)

  • Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL)

  • Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins)

  • Contribuição para o PIS/Pasep

  • Contribuição Patronal Previdenciária (CPP)

  • Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e Sobre Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação (ICMS)

  • Imposto sobre Serviços de Qualquer Natureza (ISS).

O pagamento pode ser realizado em qualquer agencia bancaria até o dia 20 de cada mês. A instituição responsável por repassar os tributos separadamente para a União, Estado e Município de forma automática é o Banco do Brasil.

Tabela Simples Nacional

Em janeiro de 2018 houve algumas mudanças em relação as tabelas do Simples Nacional, excluindo-se o Anexo VI, ficando apenas cinco anexos. São eles:

Anexo I – Empresas do Comércio

Receita Bruta TotalAlíquotaValor a ser descontado

Até R$ 180.000,00

4%

0

 De 180.000,01 a 360.000,00

7,3%

 R$ 5.940,00

 De 360.000,01 a 720.000,00

9,5%

  R$ 13.860,00

 De 720.000,01 a 1.800.000,00

10,7%

 R$ 22.500,00

 De 1.800.000,01 a 3.600.000,00

14,3%

 R$ 87.300,00

 De 3.600.000,01 a 4.800.000,00

19%

 R$ 378.000,00

Anexo II – Empresas da Indústria

Receita Bruta TotalAlíquotaValor a ser descontado

Até R$ 180.000,00

4,5%

0

 De 180.000,01 a 360.000,00

7,8%

 R$ 5.940,00

 De 360.000,01 a 720.000,00

10%

  R$ 13.860,00

 De 720.000,01 a 1.800.000,00

11,2%

 R$ 22.500,00

 De 1.800.000,01 a 3.600.000,00

14,7%

 R$ 85.500,00

 De 3.600.000,01 a 4.800.000,00

30%

 R$ 720.000,00

Anexo III – Empresas que oferecem serviços de instalação, reparos e manutenção, além de agências de viagens, escritórios de contabilidade, academias, laboratórios, empresas de medicina e odontologia.

Receita Bruta TotalAlíquotaValor a ser descontado

Até R$ 180.000,00

6%

0

 De 180.000,01 a 360.000,00

11,2%

 R$ 9.360,00

 De 360.000,01 a 720.000,00

13,5%

  R$ 17.640,00

 De 720.000,01 a 1.800.000,00

16%

 R$ 35.640,00

 De 1.800.000,01 a 3.600.000,00

21%

 R$ 125.640,00

 De 3.600.000,01 a 4.800.000,00

33%

 R$ 648.000,00

Anexo IV – Empresas que fornecem serviço de limpeza, vigilância, obras, construção de imóveis e serviços advocatícios.

Receita Bruta TotalAlíquotaValor a ser descontado

Até R$ 180.000,00

4,5%

0

 De 180.000,01 a 360.000,00

9%

 R$ 8.100,00

 De 360.000,01 a 720.000,00

10,2%

  R$ 12.420,00

 De 720.000,01 a 1.800.000,00

14%

 R$ 39.780,00

 De 1.800.000,01 a 3.600.000,00

22%

 R$ 183.780,00

 De 3.600.000,01 a 4.800.000,00

33%

 R$ 828.000,00

Anexo V – Empresas que prestam serviço de auditoria, jornalismo, tecnologia, publicidade, engenharia e outros.

Receita Bruta TotalAlíquotaValor a ser descontado

Até R$ 180.000,00

15,5%

0

 De 180.000,01 a 360.000,00

18%

 R$ 4.500,00

 De 360.000,01 a 720.000,00

19,5%

  R$ 9.900,00

 De 720.000,01 a 1.800.000,00

20,5%

 R$ 17.100,00

 De 1.800.000,01 a 3.600.000,00

23%

 R$ 62.100,00

 De 3.600.000,01 a 4.800.000,00

30,5%

 R$ 540.000,00

Como é o cálculo do Simples?

Para fazer o cálculo do Simples você precisa saber qual foi o faturamento dos últimos 12 meses da empresa, qual anexo ela está enquadrada e o valor que será descontado. Com essas informações, basta usar a fórmula:

Formula para cálculo do Simples Nacional

Onde:

RBT12 = Receita Bruta Acumulada dos Últimos 12 meses;

Alíquota = Alíquota do Anexo em que a empresa se enquadra, observando o faturamento dos últimos 12 meses;

PD = Parcela que será deduzida de acordo com a tabela do Anexo da empresa.

Exemplo:

Uma empresa do comércio (Anexo I), faturou nos últimos 12 meses R$ 210 mil, seu faturamento do mês atual foi de R$ 31 mil. Analisando a tabela acima do Anexo I, podemos fazer o seguinte cálculo para determinar a alíquota que a empresa irá pagar de imposto.

RBT12 = R$ 210 mil

Alíquota = 7,3%

PD = R$ 5.940,00

Exemplo de cálculo do Simples Nacional
Cálculo:

Passo 1

210.000 x 7,3% = 15.330,00

Passo 2

15.330,00 – 5.940,00 = 9.390,00

Passo 3

9.390,00 ÷ 210.000,00 = 4,47%

Alíquota do imposto: 4,47%

Aplicando o cálculo para saber quanto pagaria de imposto ficaria:

31.000,00 x 4,47% = 1.385,70.

Fator R

Outra mudança importante que ocorreu foi a criação do Fator R. Com ele podemos determinar se uma empresa que pertence ao anexo V pode passar a tributar pelo anexo III, usando uma fórmula básica:

Fórmula do cálculo do Fator R

 

Onde:

FP = Folha de pagamento dos últimos 12 meses (incluindo pró-labore e outros encargos como o FGTS);

RB = Receita Bruta dos últimos 12 meses.

Quando o resultado for igual ou inferior a 0,28 (28%) a empresa tributará pelo anexo V, se o resultado for superior a 28% irá tributar pelo anexo III.

Conclusão

Com isso podemos concluir que o Simples Nacional é a melhor opção para empresas que estão iniciando suas atividades e até mesmo para aquelas que já estão em andamento, mas sempre é bom buscar a opinião de um contador para ajudar a encontrar a melhor opção para sua empresa e cuidar da parte burocrática. Lembrando que a GranMoney possui um sistema devidamente equipado para ajudá-lo a organizar suas finanças e deixar tudo mais simples e prático.

Tudo sobre a nota fiscal eletrônica

Tudo sobre a nota fiscal de consumidor eletrônica - NFe

A Nota Fiscal Eletrônica veio para facilitar a vida dos empresários, modernizando a forma como são feitas as compras, vendas e outras transações. Além de ser um meio de controle do governo para garantir que os impostos e taxas sejam pagos corretamente. É de extrema importância para o cliente e para a empresa, pois tem uma garantia maior de segurança nas compras e vendas.

Entrou em vigor em outubro de 2005, após ser aprovado o Ajuste SINIEF 07/05, substituindo a NF de modelo 1/1A. Sendo um documento obrigatório para os contribuintes elencados nos Protocolos ICMS 10/07 e ICMS 42/09, o não cumprimento desta obrigação pode gerar muita dor de cabeça para a empresa, pois como bem sabemos sonegar impostos é crime, tendo como penalidade multas e grandes perdas ao seu negócio.

Vantagens

Muitas empresas atuais fornecem seus produtos online, vendendo para outras cidades e até mesmo outros países. Agora imagine se elas tivessem que fazer suas notas manualmente para poder enviar o produto ao cliente. É um trabalho totalmente desnecessário e cansativo. Essa é umas das vantagens de se trabalhar com NF-e (Nota Fiscal Eletrônica). Além disso podemos citar muitos outros benefícios, como:

  • Redução da armazenagem dos documentos fiscais, já que eles são eletrônicos não há necessidade de ficar acumulando papel;

  • Otimização dos processos de gerenciamento desses documentos;

  • Maior segurança dos processos fiscais, diminuindo os riscos de sonegação;

  • Facilidade e segurança nas compras online;

  • Agilidade nos processos de transporte, reduzindo o tempo de parada dos veículos de carga nos postos fiscais;

  • Elimina o processo de digitação das notas fiscais, uma vez que é possível importar pela chave de acesso da NF-e;

  • Eliminação de erros de digitação;

Tipos de Notas Fiscais eletrônicas

No brasil existem vários tipos de notas fiscais, mas os que você realmente precisa estar por dentro são os seguintes:

Exemplo de uma Nota Fiscal de Consumidor Eletrônica NFCE

Nota fiscal eletrônica • NF-e

Também conhecida como nota fiscal de compra ou de venda, é utilizada no momento de aquisição de um produto. Nela irá constar todas as informações do fornecedor e do cliente, os dados de transporte e fatura e a descrição dos produtos e seus valores. 

Exemplo de Nota Fiscal de Serviço Eletrônica NFSE da Cidade de Curitiba

Nota fiscal de serviço eletrônica NFS-e

É utilizada no momento de aquisição de algum serviço, como por exemplo, academia, escolas, construção civil, entre outras. Esse documento é emitido pelo sistema da prefeitura da cidade onde a empresa está estabelecida. A maioria das cidades brasileiras já tem um sistema online para emissão de NFS-e, como por exemplo o ISS Curitiba. Na imagem ao lado, vemos um exemplo de uma NFS-e, da cidade de Curitiba, mas cada cidade possui um padrão. 

Exemplo de Nota Fiscal de Consumidor Eletrônica NFCE

Nota Fiscal Eletrônica do consumidor  • NFC-e

Este documento veio para substituir os cupons fiscais e as notas fiscais de modelo 2, trazendo mais facilidade e agilidade para a empresa no momento de emissão da nota. Também possibilita ao governo maior efetividade no controle fiscal.

Para acertar na hora de fazer uma nota fiscal, é importante ter um sistema eficiente e seguro, que possa dar um suporte quando você precisar. Para isso podemos contar com a GranMoney, que está apto a emitir de NF-e, NFS-e e NFC-e. Conta também com controle de estoque, vendas, financeiro e Frente de Caixa. Um sistema completo para a sua empresa.

NF-e e a GranMoney

O sistema GranMoney está altamente qualificado para emissão de notas fiscais eletrônicas de qualquer estado brasileiro, seguindo as regras tributarias e agilizando a emissão. Assim que cadastrados os tributos e os produtos, é possível emiti-las com apenas um clique.

Seu sistema também está preparado para emitir NFC-e, sendo possível a emissão até mesmo quando se está offline. Outra facilidade que a GranMoney oferece é a emissão de NFS-e da Prefeitura Municipal de Curitiba do estado do Paraná. Para quem já usou algum sistema municipal, sabe a demora de se emitir uma simples nota. Desta forma, os clientes poderão emitir notas de serviço com muito mais agilidade. Faça um teste grátis e comprove todas as vantagens que a GranMoney tem a oferecer para o seu negócio!

Como começar a emitir a Nota Fiscal Eletrônica – NFe

Como emitir a nota fisical eletronica

A Nota Fiscal Eletrônica veio com o intuito de facilitar a vida dos empresários, modernizando a forma como são feitas as compras, vendas e outras transações. Na maioria das cidades, sua emissão já é obrigatória.  Portanto, o não cumprimento desta obrigação pode gerar muita dor de cabeça para a empresa, pois como bem sabemos sonegar impostos é crime. A fim de te auxiliar nesse processo, preparamos um guia para te explicar como começar a emitir a Nota Fiscal Eletrônica – NFe.

Nota Fiscal Eletrônica (NF-e)

Também conhecida como Nota Fiscal de compra ou de venda. É utilizada no momento de aquisição de um produto. Nela irá constar todas as informações do fornecedor e do cliente, os dados de transporte e fatura e a descrição dos produtos e seus valores. Para começar a emitir NF-e, a empresa deve seguir os seguintes passos:

Como emitir a NF-e?

1. Primeiramente é necessário adquirir um Certificado Digital de Pessoa Jurídica no padrão ICP-Brasil de modelo A1 (arquivo) ou A3 (cartão ou token). Ele serve para assinar eletronicamente um documento e assegurar sua validade jurídica. Você pode adquiri-lo em diversos órgãos autorizados, como por exemplo as Agências de Correios, Contabilidades, Cartórios, entre outros;

2. Em segundo lugar, é necessário estar credenciado no site da Secretaria de Estado da Fazenda (SEFAZ) do estado em que a empresa está atuando;

3. Por fim, escolher um software adequado para emissão das notas.

Nota Fiscal Eletrônica do Consumidor (NFC-e)

A Nota fiscal Eletrônica do Consumidor de modelo 65, veio com a finalidade de substituir a nota de modelo 2 e o Cupom Fiscal (ECF). Em muitos estados esse sistema já é obrigatório. O único estado que ainda não implantou a NFC-e foi o de Santa Catarina. A previsão da SEFAZ-SC é de que seja implantado a partir de 2020.

Como emitir a NFC-e?

  • Primeiramente verifique se seu estado já implantou o sistema de NFC-e, no estado do Paraná sua emissão já é obrigatória;
  • Instale um sistema confiável para emissão das notas. Para isso, você pode contar com a  GranMoney, visto que ela está preparada para emitir NFC-e de forma simples e rápida direto do seu computador ou tablet;
  • Obtenha um Certificado Digital de Pessoa Jurídica no padrão ICP-Brasil, pode ser utilizado o modelo A1 (arquivo) ou A3 (cartão ou token);
  • Fazer o credenciamento no site da SEFAZ do estado em que a empresa atua;
  • Estar com sua Inscrição Estadual regularizada;
  • Possuir um Código de Segurança do Contribuinte (CSC).

O que é o Código de Segurança do Contribuinte (CSC)

O CSC é um código único da empresa, fornecido pela SEFAZ no momento em que é deferido o credenciamento para emissão de NFC-e. Deve ser cadastrado no sistema de emissão de notas, garantindo a autenticidade da DANFE-NFC-e (representação simplificada da NFC-e).

Emitir NF-e com mais facilidade é com a GranMoney

Na hora de escolher um sistema para emitir NF-e e NFC-e, escolha a GranMoney. Contamos com planos acessíveis para diversos ramos de negócios. Experimente e comprove todas as vantagens que oferecemos para auxiliar sua empresa e facilitar sua vida. Se em 30 dias você não estiver satisfeito, a GranMoney devolve todo seu investimento, sem questionamentos.

Para saber mais sobre a Nota Fiscal eletrônica, preparamos um artigo contendo suas vantagens e os diferentes tipos.

Fechamento de caixa, você utiliza seu tempo para isso?

Fechamento de caixa GranMoney

fechamento de caixa é uma das atividades mais importantes de uma empresa. Sendo a base operacional de toda sua gestão financeira. Esse procedimento envolve muita disciplina, e deve ser realizado com muita atenção e cuidado, a fim de evitar erros que podem comprometer o desempenho da empresa. Desta forma, ainda que pareça trabalhoso, não deixe de realiza-lo.

Por isso, preparamos esse guia completo, que vai te explicar o que é e quais são as razões para se realizar o fechamento de caixa. Logo após, vamos disponibilizar uma planilha totalmente gratuita para te auxiliar neste processo.

Fechamento de caixa. O que é?

Fechamento de caixa é a conferência de entradas e saídas de recursos em um determinado período, onde se identifica o resultado dos saldos. Em outras palavras, é a conferência das movimentações do caixa, de forma que, ao final do expediente, os valores coincidam com todos os registros feitos ao longo do dia. Depende do registro e controle minucioso de todas movimentações ocorridas no caixa durante o expediente.

Nele devem ser registrados:

  • Todos os recebimentos (vendas à vista e a prazo, recebimentos de duplicatas, cartões, rendimentos de aplicações etc.);
  • Todos os pagamentos (compras à vista e a prazo, pagamentos de despesas administrativas, bancárias e financeiras, salários e encargos de funcionários, boletos (por exemplo, luz, água, telefone, internet, aluguel etc.), manutenções, serviços terceirizados, impostos, materiais de escritório etc.);
  • Pagamentos e recebimentos previstos (todas as receitas e despesas que se possa prever. Como parcelas de vendas/compras, por exemplo, contas periódicas etc.).

O resultado do fluxo de caixa é o saldo disponível, que resulta da diferença entre o total do valor dos recebimentos e pagamentos efetivamente realizados durante esse período.

O fechamento de caixa pode ser realizado manualmente, por meio de marcações em cadernos, por exemplo, ou ainda com o auxílio de planilhas, como esta que estamos disponibilizando para você. Essa planilha organiza e agiliza o processo do fechamento de caixa por meio da realização de cálculos automáticos. Além disso, você pode contar com sistemas especializados neste controle, como o da GranMoney, que faz a inserção dos dados de maneira automática com base nas movimentações realizadas. Também mantém um histórico do fechamento de caixa de todos os meses. Desta forma, o controle de seu caixa se torna mais prático, além de evitar possíveis erros e esquecimentos.

O fechamento de caixa pode ser realizado diariamente, ao fim do expediente; ao término da jornada de trabalho de um colaborador; ou até mesmo em períodos mais longos, como semanal ou mensal, por exemplo. Isso irá depender da intensidade das movimentações realizadas pela empresa. Mas é importante ressaltar que quanto mais longo for o período, mais difícil será identificar possíveis divergências de valores.

Vantagens

Uma gestão financeira eficaz é essencial para garantir a longevidade de sua empresa. O fluxo de caixa possibilita a visão do presente e do futuro das finanças da empresa, sendo a base de uma gestão financeira eficiente.

Com o fechamento de caixa é possível identificar erros, enganos e, até mesmo, a má fé de terceiros, desde que realizado corretamente Além disso, este mecanismo viabiliza algumas decisões importantes, como o planejamento de investimentos, a redução de despesas sem o comprometimento do lucro, o planejamento de solicitação de empréstimos, a negociação de prazos e outras medidas para que possíveis dificuldades financeiras possam ser evitadas ou minimizadas.

Mas, para que tudo isso seja possível, é fundamental que o fechamento de caixa seja feito de maneira adequada. Mas não se preocupe, estamos aqui para te ajudar! Em seguida, preparamos esse guia completo, bem como com uma planilha onde serão realizados os registros das movimentações. Antes de mais nada, baixe a planilha abaixo:

Fazendo o fechamento de caixa

Para você aprender como fazer o fechamento de caixa de forma correta, segue abaixo o passo a passo para você organizar as finanças de seu negócio.

Abertura de caixa

Primeiramente, faça o registro do valor inicial disponível no momento da abertura do caixa. Esse valor corresponde a um fundo monetário utilizado para dar de troco aos clientes ou então para pagar eventuais despesas.

Na planilha:

Imagem indicando a linha da planilha em que se deve ser inseridos os dados de valor inicial.

Esse valor será inserido na linha SALDO INICIAL.

Entradas e saídas

Em seguida, anote todas as movimentações realizadas no dia como as entradas geradas pelas vendas de produtos ou serviços prestados, assim como as saídas que ocorrem devido ao pagamento de despesas.

É importante ainda reunir os comprovantes das operações, pois eles auxiliarão no posterior fechamento de caixa. A fim de deixar o controle mais organizado, separe os documentos por tipo. Essa prática irá facilitar a conferência das movimentações realizadas no dia, desta forma, irá agilizar o fechamento de caixa.

Durante essa etapa, pode haver a chamada sangria, que consiste em realocar o dinheiro do caixa para um outro local. Além disso, também é possível lançar um reforço de caixa, operação realizada com o objetivo de colocar dinheiro no caixa para troco, por exemplo. Lembre-se também anotar esses procedimentos.

Na planilha:

Imagem ilustrando as linhas da planilha em que devem ser inseridas as movimentações de entrada e saída do caixa.

Na planilha fornecemos algumas opções de categorias de entradas e saídas. Porém, sinta-se à vontade para alterá-las de acordo com a realidade de seu negócio. Acrescentamos também, algumas categorias extras, caso você deseje acrescentar algo a mais.

As entradas serão anotadas no bloco verde, denominado ENTRADAS, nas suas respectivas categorias. O cálculo do total de entradas é feito de forma automática no momento em que os valores são inseridos. Esse valor é mostrado na linha Total de entradas.

As saídas serão anotadas no bloco amarelo denominado SAÍDAS, nas suas respectivas categorias. O cálculo do total de saídas é feito de forma automática no momento em que os valores são inseridos. Esse valor é mostrado na linha Total de saídas.

Note que em ambos os casos há duas colunas: previsto e realizado. Isso possibilita que você se organize e anote tudo aquilo que você já previa receber ou pagar e comparar com aquilo efetivamente realizado.

Conferência dos valores

Some as entradas, as saídas e veja se correspondem aos valores registrados. Para facilitar, separe conforme o tipo de movimentação. Com base nessas informações fica mais fácil identificar possíveis problemas com troco errado, mercadorias trocadas etc.

Conclua o fechamento de caixa

Por fim, você irá subtrair o valor total das despesas pelo valor total das receitas. O resultado deve corresponder ao valor disponível no seu caixa.

Na planilha:

Imagem indicando na planilha onde são informadas os valores de saldo.

Aqui você pode relaxar que nossa planilha faz isso automaticamente de acordo com os valores inseridos. Conforme você insere os dados, os resultados são disponibilizados no último bloco, de cor laranja. Estão separados em 2 categorias: saldo atual e saldo operacional.

Saldo atual são o total de saídas subtraídos pela soma do saldo inicial, mais o total de entradas.

Saldo operacional é o resultado da semana, (entradas menos saídas), para que seja possível verificar se o saldo da semana foi positivo ou negativo.

Tudo pronto!

Com essa planilha você já pode dar o primeiro passo em busca do seu controle financeiro. Embora pareça trabalhoso, esse controle é essencial para garantir a prosperidade de seu negócio. Pois é através dele, que você tem o acesso a todas as movimentações realizadas na sua empresa. Você pode ainda, utilizar um sistema de gestão, que vai automatizar e aperfeiçoar todo esse processo.

Fechamento de caixa ágil e seguro é com a Granmoney

Com o sistema de gestão online integrado da GranMoney, o fechamento de caixa é feito de forma automática, com base na movimentação do caixa. Isto é, na medida em que você realiza e registra suas vendas, e pagamentos. A utilização de um sistema completo, simplifica a gestão financeira de seu negócio, além de reduzir o risco erros na hora de registrar algum valor ou esquecer de anotar algo importante.

O sistema também gera relatórios de todas as movimentações realizadas, que possibilitam identificar as principais fontes de receitas e despesas da empresa. Desta forma, o planejamento das estratégias de crescimento do seu negócio são ainda mais ágeis e práticas.

Vantagens da nota fiscal de consumidor eletrônica NFCe

Vantagens da nota fiscal de consumidor eletrônica - NFC-e

A NFCe pode ser considerada uma grande evolução na maneira pela qual é realizado processo de emissão de nota fiscal para o consumidor final pois, imediatamente após a emissão, o contribuinte poderá consultar a nota fiscal em ambiente da secretaria da fazenda. Essa pesquisa poderá ser feita pela chave de acesso da nota fiscal ou através da leitura do QRCode impresso na nota fiscal. Ainda, a nota poderá ser enviada por e-mail, sem a necessidade de impressão, caso o contribuinte assim deseje. Veja abaixo algumas das vantagens da nota fiscal de consumidor eletrônica NFCe.

Economia

  • Dispensa do uso do Equipamento Emissor de Cupom Fiscal (ECF).

  • Uso de qualquer impressora não fiscal, térmica ou laser, sem necessidade de autorização pelo Fisco.

  • Simplificação de obrigações acessórias (dispensa de impressão de Redução Z e Leitura X, Mapa Resumo, Lacres, Revalidação, Comunicação de ocorrências, Cessação, etc.);

  • Redução significativa dos gastos com papel;

  • Uso de papel não certificado, com menor requisito de tempo de guarda;

  • Dispensa da Intervenção Técnica;

Agilidade

  • Transmissão em tempo real ou on-line da NFC-e;

  • Dispensa de homologação do software pelo Fisco;

  • Não há necessidade de autorização prévia do equipamento a ser utilizado;

Flexibilidade

Flexibilidade de expansão de pontos de vendas nos períodos de alto movimento do comércio, sem necessidade de autorização prévia do Fisco;

Inovação

  • Possibilidade de uso de novas tecnologias de mobilidade (emissão em tablets e smartphones);

  • Integração de plataformas de vendas físicas e virtuais.

GranMoney e a emissão de NFCe

O sistema GranMoney está devidamente preparado para a emissão de NFCe nos estados que fizeram a adesão da nota eletrônica de consumidor, o qual definiu como regra de emissão a contingência off-line. Desta forma, é possível também emitir notas fiscais sem a conexão com a internet. Entretanto, fique atento quanto as regras de posterior validação das notas em contingência de seu estado. O sistema possui a flexibilidade de emissão de NFCe sem ou com a identificação do contribuinte. No caso da identificação do contribuinte, o mesmo estará automaticamente fazendo parte da campanha de identificação do CPF, o qual cada estado realiza.

Estados emissores de NFC-e

Como emitir a nota fisical eletronica

A Nota Fiscal de Consumidor eletrônica (NFCe) já é uma realidade no Brasil. Em alguns estados, o processo já está 100% concretizado e em pleno funcionamento, em outros, ainda está em processo de implantação. Nesta nova modalidade, as notas fiscais são transmitidas para a receita estadual automaticamente e eletronicamente através da internet. Assim, o empresário deixa de utilizar os equipamentos fiscais antes obrigatórios, como por exemplo a impressora fiscal (ECF), e passa a emitir as notas fiscais de maneira eletrônica. Confira abaixo os estados emissores de NFCe.

Conheça os estados que já utilizam a NFCe

Acre

Portal de acesso em: Portal sefaz do Acre.
Calendário de obrigatoriedade: Acesse aqui o calendário.

Alagoas
Portal de acesso em: Portal sefaz de Alagoas.
Calendário de obrigatoriedade: Acesse aqui o calendário.

Amapá
Portal de acesso em: Portal sefaz do Amapá.
Calendário de obrigatoriedade: Acesse aqui o calendário.

Amazonas
Portal de acesso em: Portal sefaz da Amazonas.
Calendário de obrigatoriedade: Acesse aqui o calendário.

Bahia
Portal de acesso em: Portal sefaz da Bahia.
Calendário de obrigatoriedade: Acesse aqui o calendário.

Ceará
Portal de acesso em: Portal sefaz do Ceará.
Calendário de obrigatoriedade:
01 de outubro de 2016: Empresas com receita bruta superior a R$ 15.000.000 anual.

  • 01 de abril de 2017: Empresas com receita bruta superior a R$ 7.200.000 anual.

  • 01 de outubro de 2017: Empresas com receita bruta superior a R$ 3.600.000 anual.

  • 01 de abril de 2018: Empresas com receita bruta superior a R$ 360.000 anual.

  • 01 de outubro de 2018: Empresas com receita bruta superior a R$ 120.000 anual.

Distrito Federal
Portal de acesso em: Portal sefaz do Distrito Federal.
Calendário de obrigatoriedade:

  • 01 de janeiro de 2016: Contribuintes em início de atividades ou de apuração normal.

  • 01 de julho de 2016: Contribuintes optantes pelo Simples Nacional com faturamento anual superior a R$1,8 milhão.

  • 01 de janeiro de 2017: Contribuintes optantes pelo Simples Nacional com faturamento superior a R$360 milhões.

  • 01 de julho de 2017: Demais contribuintes não enquadrados nas demais datas.

Espírito Santo
Portal de acesso em: Portal sefaz do Espírito Santo.
Calendário de obrigatoriedade: Acesse aqui o calendário.

Goiás
Portal de acesso em: Portal sefaz da Bahia.
Calendário de obrigatoriedade: Acesse aqui o calendário.

Mato Grosso
Portal de acesso em: Portal sefaz do Mato Grosso.
Calendário de obrigatoriedade: Acesse aqui o calendário.

Mato Grosso do Sul
Portal de acesso em: Portal sefaz do Mato Grosso.
Calendário de obrigatoriedade:

01 de março de 2017: nos casos em que a receita bruta anual, no exercício de 2016, seja superior a R$ 6.000.000,00 (seis milhões de reais);

  • 01 de setembro de 2017: nos casos em que a receita bruta anual, no exercício de 2016, seja superior a R$ 1.800.000,00 (um milhão e oitocentos mil reais) e igual ou inferior a R$ 6.000.000,00 (seis milhões de reais);

  • 01 de março de 2018: nos casos em que a receita bruta anual, no exercício de 2017, seja superior a R$ 600.000,00 (seiscentos mil reais) e igual ou inferior a R$ 1.800.000,00 (um milhão e oitocentos mil reais);

  • 01 de setembro de 2018: nos casos em que a receita bruta anual, no exercício de 2017, seja superior a R$ 180.000,00 (cento e oitenta mil reais) e igual ou inferior a R$ 600.000,00 (seiscentos mil reais).

Pará
Portal de acesso em: Portal sefaz do Pará.

Calendário de obrigatoriedade: Fonte

  • 1º de julho de 2017, para os estabelecimentos vinculados à Coordenação Executiva Especial de Administração Tributária de Grandes Contribuintes – CEEAT-GC, que efetuarem venda ou fornecimento de mercadorias à pessoa natural ou jurídica não contribuinte do ICMS;

  • 1º de janeiro de 2018, para os estabelecimentos obrigados à Escrituração Fiscal Digital – EFD e que efetuarem venda ou fornecimento de mercadorias à pessoa natural ou jurídica não contribuinte do ICMS;

  • 1º de julho de 2018, para os demais estabelecimentos que efetuarem venda ou fornecimento de mercadorias à pessoa natural ou jurídica não contribuinte do ICMS.

Paraíba
Portal de acesso em: Portal sefaz da Paraíba

Paraná
Portal de acesso em: Portal sefaz do Paraná.
Calendário de obrigatoriedade: Todos os estabelecimentos são obrigados a emissão de NFCe.

Pernambuco
Portal de acesso em: Portal sefaz do Pernambuco.
Calendário de obrigatoriedade: Acesse aqui o calendário.

Rio de Janeiro

Portal de acesso em: Portal sefaz do Rio de Janeiro.
Calendário de obrigatoriedade: Todos os estabelecimentos são obrigados a emissão de NFCe.

Rio Grande do Sul

Portal de acesso em: Portal sefaz do Rio Grande do Sul.
Calendário de obrigatoriedade:

  • 01 de setembro de 2014: Contribuintes enquadrados na modalidade geral que promovam operações de comércio atacadista e varejista.

  • 01 de novembro de 2014: Contribuintes com faturamento superior a R$ 10.800.000,00.

  • 01 de junho de 2015: Contribuintes com faturamento superior a R$ 7.200.000,00.

  • 01 de janeiro de 2016: Contribuintes com faturamento superior a R$ 3.600.000,00 e estabelecimentos que iniciarem suas atividades a partir de 1º de janeiro de 2016.

  • 01 de julho de 2016: Contribuintes com faturamento superior a R$ 1.800.000,00.

  • 01 de janeiro de 2017: Contribuintes com faturamento superior a R$ 360.000,00.

  • 01 de janeiro de 2018: Todos os contribuintes que promovam operações de comércio varejista.

Rio Grande do Norte

Portal de acesso em: Portal sefaz do Rio Grande do Norte.
Calendário de obrigatoriedade: Acesse aqui o calendário.

Roraima

Portal de acesso em: Portal sefaz de Roraima.
Calendário de obrigatoriedade: Acesse aqui o calendário.

São Paulo

Portal de acesso em: Portal sefaz de São Paulo.
Calendário de obrigatoriedade: Acesse aqui o calendário.

Sergipe

Portal de acesso em: Portal sefaz de Sergipe.
Calendário de obrigatoriedade: Acesse aqui o calendário.

Tocantins

Portal de acesso em: Portal sefaz do Tocantis.
Calendário de obrigatoriedade: Acesse aqui o calendário.

NFCe e o GranMoney

O sistema GranMoney está devidamente preparado para a emissão de NFCe nos estados que fizeram a adesão da nota eletrônica de consumidor, o qual definiu como regra de emissão a contingência off-line. Desta forma, é possível também emitir notas fiscais sem a conexão com a internet. Entretanto, fique atento quanto as regras de posterior validação das notas em contingência de seu estado. O sistema possui a flexibilidade de emissão de NFCe sem ou com a identificação do contribuinte. No caso da identificação do contribuinte, o mesmo estará automaticamente fazendo parte da campanha de identificação do CPF, o qual cada estado realiza.

Conheça a nota fiscal de consumidor eletrônica NFCe

Tudo sobre a nota fiscal de consumidor eletrônica - NFe

O que é preciso para o empresário emitir NFCe?

Para que o empresário possa emitir NFCe, inicialmente é necessário verificar se o seu estado está apto a esta modalidade de emissão de nota fiscal. Confirmado, é necessário possuir certificado digital com o qual será assinado o documento referente a nota fiscal do consumidor. Posteriormente, ser habilitado como emissor de NFCe na Secretaria da Fazenda e gerar o Código de Segurança de Contribuinte CSC. Com o CSC e o certificado digital, o empresário já estará apto a emissão de NFCe. A impressão da NFCe poderá ser feito em qualquer modelo e marca de impressora. Pode-se afirmar que os custos de investimento para emissão de NFCe são extremamente menores do que aqueles anteriormente feitos para impressora fiscal (ECF).Por fim, não há obrigatoriedade de validação de hardware e software pelo fisco. 

O que é preciso para o empresário emitir NFCe?

Quando o empresário deixa de emitir uma nota fiscal, o governo deixa de arrecadar. Nesse cenário, e com objetivo de maior arrecadação fiscal, a maioria dos estados que aderiram a emissão da NFCe, propuseram programas para incentivo de solicitação por parte do consumidor de identificação de CPF na nota fiscal. Com essa identificação, é possível realizar o retorno de parte do ICMS arrecadado pelo governo diretamente ao consumidor que solicitou o CPF na nota fiscal.

NFCe e o GranMoney

O sistema GranMoney está devidamente preparado para a emissão de NFCe nos estados que fizeram a adesão da nota eletrônica de consumidor, o qual definiu como regra de emissão a contingência off-line. Desta forma, é possível também emitir notas fiscais sem a conexão com a internet. Entretanto, fique atento quanto as regras de posterior validação das notas em contingência de seu estado. O sistema possui a flexibilidade de emissão de NFCe sem ou com a identificação do contribuinte. No caso da identificação do contribuinte, o mesmo estará automaticamente fazendo parte da campanha de identificação do CPF, o qual cada estado realiza.