
Domingo, 15h40, 32 graus. A fila da sorveteria já passa da porta. O pote de sorvete de massa vai para a balança, o visor marca 0,412 kg, a atendente lê, desconta o pote "de cabeça" e digita 0,39 no caixa. Atrás dela, um menino pede dois picolés de morango; o freezer tem um só, e ninguém sabia. A mãe quer pagar metade no Pix e metade em dinheiro. À noite, a gaveta não bate por R$ 23, e o pedido do picolé para o fornecedor sai de novo pelo olho.
Cobrar três coisas diferentes na mesma venda sem ninguém digitar valor: o pote por quilo lido da balança, o picolé e a casquinha por unidade e a cobertura como adicional. Na GranMoney, o caixa traz o peso das balanças Toledo e Urano pelo botão Balança, lê o picolé pelo código de barras, soma os complementos no item e baixa o estoque de cada produto. Em geral, a tara do pote é descontada na própria balança (confirme como a sua faz isso), e o caixa continua vendendo quando a internet cai.
DA LEITURA PARA A SUA OPERAÇÃO
Quero pesar um pote na demonstração
Leve o modelo da sua balança, um pote e a lista de picolés: pesamos, lemos o picolé e geramos a previsão do verão na hora.
Você será direcionado ao formulário de demonstração da GranMoney.
Três jeitos de cobrar no mesmo balcão
A sorveteria parece um negócio simples até a fila crescer. Num único atendimento, o mesmo cliente compra por peso, por unidade e por escolha. Cada forma de venda tem um erro típico, e o sistema precisa tratar cada uma pelo que ela é, não transformar tudo num preço digitado:
| O que o cliente leva | Como é cobrado | O erro que aparece no fim do dia |
|---|---|---|
| Pote de sorvete de massa | Por quilo, pelo peso da balança | Peso digitado à mão, tara descontada no chute |
| Picolé embalado | Por unidade, pelo código de barras | Picolé lançado como "picolé" genérico, sem sabor; o freezer esvazia sem aviso |
| Casquinha, copinho, sundae | Por unidade, preço fixo por tamanho | Tamanho errado no caixa porque o botão é parecido |
| Calda, cobertura, granulado | Adicional no item | Servido e não cobrado |
| Pote de 1 litro para levar ou pelo iFood | Por unidade, no balcão ou no delivery | Pedido do aplicativo fora do fechamento do caixa |
O sistema que serve para a sorveteria é o que deixa cada linha da tabela entrar na mesma venda, com a forma de venda certa, sem trocar de tela. O resto deste guia mostra cada uma delas na GranMoney e o que testar antes de assinar com qualquer fornecedor.
O pote na balança: peso lido, não digitado
No caixa da GranMoney, o produto "sorvete por quilo" é cadastrado como vendido por peso. Ao lançar o item, a janela de adicionar item mostra o botão Balança: um clique traz a leitura da balança Toledo ou Urano ligada ao computador do caixa, e o PDV calcula o total antes de o item entrar na venda. O preço por quilo vem do cadastro. Ninguém lê o visor e digita.
Ampliar imagem ↗E a tara do pote? Em geral, ela é descontada na própria balança, que entrega ao caixa o peso líquido. Cada modelo faz isso de um jeito, por isso a pergunta certa na demonstração é "como a minha balança desconta o pote?", com o pote que você usa na mão.
Por que isso importa tanto? Num exemplo didático, com sorvete a R$ 64,90 o quilo, cada 5 gramas valem cerca de R$ 0,32 (0,005 × 64,90 = 0,3245). Se a atendente desconta 20 g "de cabeça" num pote que pesa 15 g, a loja perde esses R$ 0,32 por pote. Em 150 potes num domingo de calor, são R$ 48,68 no dia. Ao contrário, se o pote não é descontado, quem paga o plástico como sorvete é o cliente, e ele percebe. Em nenhum dos dois casos o erro é de má-fé: é o processo que depende da conta feita de cabeça com fila na porta.
Se a sua balança imprime etiqueta (comum em quem vende pote pronto para levar), o caixa lê a etiqueta pelo leitor de código de barras, com o peso ou o preço embutido no código, e o item entra com o valor dela. Essa leitura acontece no próprio computador do caixa e não depende de internet.
Picolé por sabor: o estoque que o freezer não conta sozinho
O picolé é o oposto do pote: tem embalagem, código de barras e sabor. Cadastre cada sabor como um produto, com o código da embalagem. No caixa, o leitor lança o picolé de morango como picolé de morango, e o estoque desse sabor baixa uma unidade. É assim que o "tem picolé de morango?" deixa de ser uma ida ao freezer: o saldo de cada sabor está no sistema, na gestão web, e você sabe quais estão acabando antes do domingo.
Agora a parte que vale dizer com franqueza. O pote por quilo baixa do produto "sorvete por quilo", em quilos. O sistema não sabe que aqueles 0,412 kg foram meio chocolate, meio flocos: a pesagem não separa os sabores de massa. O estoque de cada cuba de massa é acompanhado pela compra que entra e pela contagem do freezer. Uma contagem curta de sorvete de massa uma vez por semana, com o balanço de estoque feito sem fechar a loja, mostra quanto de cada sabor realmente saiu.
Também não existe ficha técnica de produção com rendimento de receita. Se você fabrica o próprio sorvete e precisa controlar leite, base e saborizante por lote produzido, esse é um requisito para pedir em outro nível de sistema. Para revenda de picolé e massa comprada pronta, o controle por produto resolve.
Na prática, uma venda de domingo fica assim: o pote pesado e o picolé lido entram na mesma conta, cada um com a sua unidade, e a gestão recebe tudo sem ninguém redigitar. A animação abaixo mostra esse caminho do caixa até o estoque, o financeiro e o DRE do mês.
Telas ilustrativas com dados de exemplo (réplicas das telas reais).

Calda, cobertura e casquinha: o adicional dentro do item
A cobertura de chocolate no sundae custa pouco para o cliente e muito para a sorveteria quando sai de graça vinte vezes por dia. Na GranMoney, o adicional vira um grupo de opções do produto, com mínimo, máximo e acréscimo por opção, montado no Estúdio de Cardápio. Na casquinha de duas bolas, "escolha 2 sabores" é obrigatório; "cobertura" é opcional e soma, num exemplo didático, R$ 2,00 quando marcada. O valor entra no total no momento em que o atendente marca a opção, não depois, quando alguém lembra.
O mesmo princípio serve para lanchonete e açaiteria, e o guia sobre adicionais cobrados sem esquecer mostra a montagem passo a passo. Um limite para saber desde já: o adicional controla a escolha e o preço, mas não baixa estoque sozinho. A bisnaga de cobertura é conferida pela compra e pela contagem.
O verão chegando: quanto picolé comprar
Novembro é o mês de montar o estoque do verão sem afogar o freezer. Em vez de pedir "o de sempre, só que mais", use o que você vendeu. Em Relatórios → Previsão compra, a GranMoney soma o que saiu de cada produto no período escolhido, acrescenta a margem de segurança que você define e desconta o estoque atual:
Quantidade para comprar = vendido + (vendido × margem ÷ 100) − estoque atual
Ampliar imagem ↗Um exemplo didático para conferir a conta: se dezembro passado vendeu 240 picolés de morango e você quer 20% de folga, a demanda prevista é 288 (240 × 1,2). Com 70 no freezer, a previsão é comprar 218. Se o fornecedor entrega em caixas de 24, são 9 caixas (216) ou 10 caixas (240); a decisão é sua, mas agora ela tem um número embaixo.
O mesmo relatório tem o modo Sem vendas no período, que lista os produtos ativos que não venderam nada. No exemplo do manual, uma sorveteria descobre 80 picolés de coco queimado parados em setembro. É dinheiro e espaço de freezer: antes do verão, vale uma promoção ou suspender a compra desse sabor.
Validade no freezer: o inverno também passa
O verão esvazia o freezer; o inverno esquece o pote no fundo dele. Na GranMoney, o produto marcado com controle por lote recebe, na entrada da compra, o número do lote, a fabricação e o vencimento. Depois, o Relatório de Lotes e Vencimento mostra o que está vencido ou perto de vencer, com os dias que faltam e cores de alerta.
Ampliar imagem ↗A regra que torna isso útil é simples: o lote só existe no sistema se for lançado na compra. Produto com controle por lote precisa das três informações (lote, fabricação e vencimento) na entrada da mercadoria. Se a sorveteria também vende açaí, a polpa e as coberturas entram no mesmo relatório.
Domingo à noite: fechar o caixa sem a diferença de R$ 23
Voltando à cena do começo: a diferença da gaveta quase sempre nasce de três lugares. O valor digitado à mão (o pote e o adicional, que já vimos), o pagamento dividido e o que entrou fora do caixa.
- Pagamento dividido: no PDV, a mesma venda recebe parte em Pix e parte em dinheiro, e o troco é calculado sobre o dinheiro. O Pix é lançado como forma de pagamento e a confirmação você confere no aplicativo do banco.
- Sangria e reforço: o dinheiro tirado da gaveta no meio da tarde é registrado no menu de operações do caixa, junto com a Leitura X (o resumo do turno sem encerrar) e o fechamento.
- Delivery: o pote de 1 litro que sai pelo iFood entra na fila de delivery do mesmo caixa, como venda. A integração com o iFood é um adicional contratado à parte, e o repasse da plataforma continua sendo conferido no extrato dela.
E se a internet cair às 16h, com a fila na porta? O PDV fica instalado no computador da loja e continua vendendo: pesagem, leitor, dinheiro com troco e fechamento funcionam, e as vendas sobem para a gestão quando a conexão volta. Dependem de internet a confirmação do Pix no banco, os pedidos do iFood e a autorização da NFC-e, que segue a contingência configurada.
Vai trocar de sistema? Compare antes
Se você já usa um sistema e está pensando em trocar, ou vai contratar o primeiro antes do verão, compare com a sua rotina, não com a lista de recursos. O nosso comparativo dos melhores sistemas para sorveteria coloca cinco opções lado a lado: o preço publicado de cada uma, com o link da fonte e a data da consulta, o que acontece com o caixa sem internet, para quem cada sistema serve melhor e quando a GranMoney não é a escolha certa (por exemplo, se o centro da sua operação é o autoatendimento em que o cliente pesa sozinho).
Se a sua loja vende tanto açaí quanto sorvete, o comparativo dos melhores sistemas para açaiteria traz o outro lado do balcão, com o copo por tamanho e os complementos. Para ver só os recursos e os planos da GranMoney no ramo, a página do sistema para açaiteria e sorveteria mostra cada tela.
Sobre preço: o caixa com NFC-e começa no plano PDV, de R$ 100/mês com 1 caixa. Para o estoque de picolé por sabor, a previsão de compra e o relatório de lotes, que ficam na gestão web, o indicado é o PDV + Web Lite, de R$ 120/mês. A balança não é adicional na tabela pública; a balança em si é comprada à parte. Não há plano grátis.
O que testar na demonstração
Leve a sua rotina, não uma lista de perguntas. Este roteiro serve para qualquer sistema que você estiver avaliando:
| Situação | Teste | O que conferir |
|---|---|---|
| Pote por quilo | Leve o modelo da sua balança e o pote que você usa; peça para pesar | O peso entra sem digitar, a tara é descontada e o total bate com a sua conta |
| Venda de domingo | Um pote por quilo, dois picolés pelo leitor e uma casquinha com cobertura | Tudo na mesma venda, cada item com a sua unidade, a cobertura cobrada |
| Pagamento dividido | Metade em Pix, metade em dinheiro | O troco calculado sobre o dinheiro e as duas formas no fechamento |
| Picolé acabando | Consulte o estoque de um sabor depois da venda | O saldo daquele sabor baixou, e não de um "picolé" genérico |
| Compra do verão | Gere a previsão de compra com 20% de margem | A conta vendido + margem − estoque, produto por produto |
| Caixa de picolé com validade | Dê entrada com lote e vencimento e consulte o que vence primeiro | O lote aparece no relatório com os dias para vencer |
| Internet caiu | Desligue a internet e venda um pote em dinheiro | A venda fecha, imprime e sobe para a gestão quando a conexão volta |
Dúvidas antes de escolher
Quais balanças funcionam com o caixa da GranMoney?
Para ler o peso no caixa, balanças Toledo e Urano ligadas ao computador. Para a balança etiquetadora Toledo, o PDV exporta os produtos no formato MGV e lê a etiqueta impressa pelo leitor de código de barras. Outros modelos: leve o seu à demonstração para confirmar.
O sistema separa o sorvete de massa por sabor quando o pote é pesado?
Não. O pote por quilo baixa do produto vendido por peso, em quilos. O consumo de cada sabor de massa é acompanhado pela compra e pela contagem do freezer. O picolé, vendido por unidade com código de barras, baixa o estoque do próprio sabor.
Dá para controlar a validade dos picolés e da massa?
Sim, para produtos com controle por lote: o lote, a fabricação e o vencimento são informados na entrada da compra, e o Relatório de Lotes e Vencimento mostra o que está vencido ou perto de vencer.
A GranMoney serve para quem fabrica o próprio sorvete?
Para vender, sim. Para controlar a produção, com receita, rendimento e consumo de ingredientes por lote fabricado, não: a GranMoney não tem ficha técnica de produção. Se esse controle é obrigatório para você, compare esse requisito antes da mensalidade.
Funciona sem internet num domingo de fila?
O caixa sim: as vendas ficam gravadas no computador da loja e sobem para a gestão quando a conexão volta. A confirmação do Pix no banco, os pedidos do iFood e a autorização da NFC-e dependem de internet; a nota segue a contingência configurada.
NA GRANMONEY
Veja o sistema para açaiteria da GranMoney em ação
Com o sistema para açaiteria da GranMoney, você tem açaí por peso ou por copo, açaí base com baixa por porção e delivery no caixa. Os planos começam em R$ 70 por mês na gestão web e em R$ 100 por mês com o PDV instalado no caixa; não há plano gratuito.
Na demonstração, leve um exemplo da sua rotina e confira o que o sistema atende e o que fica fora do seu caso.
Você será direcionado ao formulário de demonstração da GranMoney. Ver a tabela de planos e preços
Guia preparado com apoio de IA a partir das funcionalidades documentadas da GranMoney. Os exemplos são didáticos e não representam resultados de clientes. Confira os recursos aplicáveis ao seu plano e à sua configuração na demonstração.
